Dienstag, 12. März 2013

Como Livrar-se dos Transtornos Indesejáveis da Mediunidade

Ao pé da letra, vamos falar que é possível retirar de uma pessoa os sintomas da mediunidade, ou seja, livrá-la totalmente das características negativas induzidas pelo fenômeno mediúnico.

Dentre a abundância de conflitos mentais ou neurológicos existentes, podemos selecionar os de ordem  meramente patológica ou orgânica, cuja solução é da competência da medicina. O espiritualismo pouco pode interceder no tratamento de tais transtornos.  

E depois temos os problemas individuais de ordem  anímica ou cármica, que devem ser trabalhados pelo espiritualismo. Tais problemas podem ser induzidos pela mediunidade.

Os problemas patológicos de ordem orgânica podem ser acidentes de percurso na genética do tronco familiar. E os problemas de ordem mediúnica foram criados em alguma fase da existência da alma, por emoções contraditórias ao equilíbrio da natureza humana.    

Quando me perguntam o que é mediunidade, respondo que "mediunidade é uma disfunção orgânica criada pelo próprio comportamento em alguma fase da existência".

É muito simples compreender isso: o corpo humano atua como uma redoma envolvendo a alma. Do outro lado da vida, uma alma possui os sentidos ampliados. Enxergam mais, sentem mais e têm o dom da telepatia.
Porém, nos encarnados, o magnetismo do corpo biológico bloqueia os sentidos pertencentes à alma, e a pessoa interage com a vida somente com as limitações dos sentidos do corpo físico.

Todo ser humano possui um campo magnético em torno de si, que o protege das miríades de correntes mentais que perambulam pelo Universo. Esse campo magnético é produzido e organizado pelas linhas dos chacras.

Para os chacras continuarem organizados, com suas linhas magnéticas em estado de equilíbrio, é preciso que as emoções individuais estejam condizentes com os processos da evolução planetária.

Na medida em que a pessoa assume atitudes que não condizem com o equilíbrio planetário, um ou outro chacra se fragiliza, diminuindo a proteção magnética em alguns pontos da linha de força. Ocorrendo isso o sujeito passa a ver, escutar e ter mais outras percepções do astral, principalmente ficar aberto ao acesso de toda ordem de almas.

Todos os tipos de perturbações mentais precisam ou precisaram de um motivo para ocorrer, foram criados por algum tipo de atitude ou comportamento no passado. Se a pessoa estiver perturbada pela mediunidade, é um sinal de que ela ainda guarda consigo as mesmas atitudes, emoções e comportamento que originaram a referida mediunidade.

Para reverter o processo mediúnico, não é possível catalogar as infinidades de possíveis causas do mesmo, entretanto pode-se aplicar algumas regras gerais adequadas.

Nós poderíamos elaborar uma filosofia de vida apropriada para extinguir a mediunidade, mas não é necessário, visto que tal filosofia já foi apresentada por Jesus há dois mil anos atrás.

Nas dissertações cristãs estão embutidos os conceitos necessários para a libertação da alma, para retirar dela as correntes que a prendem às baixas esferas astrais, e que a coloca no redemoinho de um purgatório moral.

Assim sendo, basta ir desvendando os significados das mensagens cristãs e as aplicar no cotidiano, passo a passo.

Não fique pensando que isto é muito difícil, que não é para qualquer um. Ao contrário, o próprio Jesus dizia que "O meu caminho é suave". Não é preciso ser radical (Jesus não era), Com o tempo você verá que as coisas acontecerão objetivamente, de uma maneira bem suave. 
Para lhe dar um começo e compreender como isso poder ser, vamos desvendar a seguinte fala do Cristo:

"Entrai antes no caminho do Reino de Deus, e todas as outras coisas vos serão acrescentadas" .

O "caminho do reino de Deus" trata-se apenas de uma figura de linguagem que se refere à boa vontade, do indivíduo, de começar a compreender as coisas objetivas e positivas da vida. Quando se entra no caminho, as portas começam a abrir-se. 


Boa sorte!


   
Célio Ferreira                              
          
edivesper@yhaoo.com.br













 













   



















   

















              

Mittwoch, 26. Dezember 2012

Exorcismo e Suas Regras

Hoje vamos comentar a respeito do tipo mais forte de possessão, e mais difícil de ser solucionado, e suas regras. Casos como esses requerem um tratamento diferenciado dos modos de desobsessão usado no espiritismo.

  O exorcismo é comumente usado pela Igreja Católica, para definir o tratamento aplicado a quem fica possuído por espíritos atrasados e relativamente poderosos. O espiritismo chama de desobsessão o tratamento de pessoas obsidiadas em geral.
Explico que não tenho vínculos com o catolicismo, mas respeito o importante trabalho que ele pratica mundialmente.  É de meu feitio respeitar e agradecer todo fluxo de luz que qualquer ser humano ofereça ao planeta, e o catolicismo preenche os anseios de milhões de pessoas no mundo inteiro. Assim sendo, o método que aqui me refiro nada tem a ver com o praticado pela Igreja, sobre o qual não me cabe dar nenhuma opinião, mesmo porque nunca tive acesso  aos métodos reservados aos padres.

A palavra exorcismo foi aplicada no subtítulo da página  em virtude de não existir, no espiritualismo, outra palavra tão forte para definir o tratamento do domínio que potentes espíritos do baixo astral podem exercer sobre um homem ou uma mulher.
Existem diversas formas e métodos pelos quais as almas involuídas perturbam as pessoas acessíveis a elas, mas nas dimensões mais grosseiras do baixo astral habitam almas atrasadas espiritualmente, entretanto com enorme intelecto. O potencial de inteligência de tais almas torna muito difícil livrar, do jugo delas, qualquer um que tenha inadvertidamente ligado-se ao baixo astral. Essas entidades conhecem  profundamente a dinâmica do pensamento em relação ao sentimento e às emoções do ser humano, e utilizam o conhecimento para ludibriar a todos.


No mundo contemporâneo é cada vez mais evidente a existência de uma escala dimensional onde habitam as almas de pessoas cujos corpos biológicos morreram. Torna-se cada vez mais evidente também que é possível às almas comunicarem-se com os vivos.

Referente a este assunto, vale lembrar que o próprio Albert Einstein, na sua Teoria da Relatividade, cita os chamados Universos Paralelos. Na verdade, não é possível tocar pra frente um tema como este sem fazer alguma apologia da sua autenticidade, principalmente porque as famílias mais importunadas por esses potentes seres do baixo astral são exatamente as que se recusam a acreditar no poder oculto que as almas podem ter sobre os vivos. Um caso de possessão afeta toda a família.

As informações e conselhos que passo a seguir talvez sejam inéditos para muita gente, até mesmo para o espírita padrão, até um pouco inacreditável, porém humildemente eu peço a você que não saia da página sem antes tentar pelo menos compreender a mensagem.

O foco central da mensagem é o seguinte:
  1. O baixo astral nunca consegue alcançar ou atingir ninguém; para ser atingida, é a pessoa que deverá descer moralmente ao baixo astral.  
  2. Para se livrar do jugo, será preciso livrar-se dos condicionamentos emocionais que o criaram.
  3. Se a família do possuído não cooperar no sentido de procurar a ajuda de um médium específico, será muito difícil solucionar o problema.
  4. Depois de confirmado que o problema é mesmo de possessão espiritual, caberá dois pesos e duas medidas: será indispensável o tratamento médico  em contra-partida com o tratamento mediúnico  - uma   das principais características da possessão é a impossibilidade de dormir, e é importante tomar remédios apropriados para isso.    

       Comportamentos Adequados ao Tratamento Mediúnico


Na trajetória dos meus relacionamentos espíritas, durante mais de cinquenta anos, convivi com inúmeros tipos de problemas e situações diferentes. E todas as situações com final positivo se resolveram, por parte do médium, pelo método da tolerância e pelo intenso desejo de ajudar o possuído e o possessor. Todas as vezes em que a família colaborou totalmente o tratamento foi bem-sucedido.  

A teoria se baseia no seguinte: 

    
  • Os seres humanos vivos não têm a capacidade de detectar as emoções dos outros, o que não ocorre com as almas no pós-morte. Os espíritos possessores sabem se uma pessoa é boa, má, se é sincera ou não. Em vista dessa particularidade, é imprescindível nunca mentir para eles. Na hipótese do mediador ser uma pessoa boa de fato, certamente o espírito possessor terá simpatia por ela e colaborará. 

  • Um  possessor sempre poderá sair do seu processo de regressão espiritual, mas para isso ele deverá sentir o fluxo do amor universal irradiado pelo médium ou pela pessoa mediadora no momento. Ao sentir o fluxo, imediatamente o espírito se modificará para melhor.  


  • Em hipótese alguma permita que insultem ou que agridam o possessor com palavras ofensivas. Essas atitudes só servirão para piorar a situação. Eles utilizam a energia negativa para se fortalecer. Todas as vezes em que você fica irado e fala rispidamente, você estará criando energia mental negativa. Como o possuído já está em situação negativa, as energias iradas acabadas de criar se ligarão automaticamente ao corpo do mesmo, e o possessor conseguirá dominá-lo com mais eficiência. 

  • Para não passar energia ao possessor, é melhor não ficar menos que dois metros de distância do obsidiado.  


  • O simples fato de alguém pegar no corpo do possuído já estará passando alguma energia negativa para o possessor.  




  • Durante o tratamento evitar discussões no lar, bebedeiras, não conversar muito alto, ou seja, falar com naturalidade. Evitar também fumaças de cigarro e de incenso. Haverá a possibilidade da intervenção de um tipo especial de espírito, cujo médium auxiliar precisará respirar um ar o mais puro possível.   

  • Os possessores precisam da ira das pessoas da casa, e do medo. Então eles atiçam a conversa, a curiosidade, para melhor sugestioná-las. Depois começam a gritar, berrar, falar palavrões, para tumultuar e conseguir sugestionar. Geralmente, nessas ocasiões os corações dos presentes começam a palpitar, e será o ponto culminante do evento.  Quando são bem-sucedidos, alguns moradores podem começar a ver sombras pelas paredes, retratos com fisionomias modificadas, etc. 


  • O melhor que se tem a fazer, enquanto não encontrar o médium certo, é deixar uma única pessoa na companhia do obsidiado, que deverá ser a mais calma da família. Ela não deverá aceitar a conversa do espírito, entretanto agirá com máxima fineza e educação. Escutar e ficar calado. Não responder às perguntas nem quando for solicitado. Em pouco tempo ele parará de falar e ficará até entediado.   

  •  Se for preciso dirigir a conversa ao mesmo, pedir licença para falar. Lembrar-se sempre de falar o mínimo, somente o essencial. 


  • Pode parecer contraditório, mas é preciso acrescentar o seguinte: durante o tratamento, não promover rezas ou cânticos em grupo no lar. O espírito tomará isso como ataque e se recusará a colaborar. Alguns do grupo poderão rezar irados e conturbarão mais ainda as vibrações do local.     


  •     Finalmente, vamos dizer que todo o processo de cura deverá ser baseado totalmente em qualquer uma das correntes Crísticas. No quadrante ocidental normalmente os médiuns trabalham por intermédio do Evangelho de Jesus. Etmologicamente, o vocábulo Cristo significa iluminado. Durante os milênios que se passaram vieram ao mundo diversos homens iluminados, tal como Jesus, Buda, Confúcio e Patanjali. Todos eles deixaram importantes rastros de iluminação. Particularmente eu utilizo pelo menos um pouco do conhecimento de cada um deles. Porém, nas minhas atividade espíritas, o que tem dado resultados mais relevantes no sentido de espalhar a fraternidade, é o Evangelho de Jesus.   

O melhor que se tem que fazer é procurar por um médium experiente. É mais ou menos difícil encontrar a pessoa certa. Vou dar aqui algumas dicas que servirão para identificar a qualidade positiva desse médium: Comportar-se-a naturalmente no dia-a-dia, sem paramentos e esquisitices, sem superstição. Evitará propagandas e curiosidades desnecessárias sobre sua pessoa e sobre suas atividades espíritas. Praticará o espiritismo absolutamente baseado na vontade de colaborar com o próximo.

Principalmente, esse médium não cobrará pelo seu tempo e não aceitará presentes.

O médium agirá com base em duas hipóteses: ou o possessor se reintegrará no caminho da evolução, ou ele ficará exaurido das energias que permitiam dominar o obsidiado.









Se porventura você tiver algo a acrescentar na página, alguma correção, informação, pedido, comentário, favor comunicar-se. Sou sempre de mentalidade aberta para aprender, e de coração aberto para colaborar.    

Célio Ferreira
edivesper@yhaoo.com.br